DIDI BERNARDI VIEIRA: SAUDADES!

 Com a morte de Didi Bernardi Vieira no final de novembro ficam bons e significativos legados que marcaram sua vida. Viúva de Edson Andrade Vieira, que presidiu o antigo Bamerindus, tinha o recato e simplicidade como normas de viver, doava-se e tinha a família como centro das  atenções. Pronta aos menos favorecidos, com atenções às causas filantrópicas-sociais, suas ações de benevolência eram realizadas sem alardes, bem à sua maneira, generosidade pautada pelo anonimato.Os meus profundos sentimentos aos filhos de Didi e Edson, que conheci meninos: Claudia, Fernanda, Francisco (Kiko) e Avelininho. O convívio com a família Vieira, Vilhena de Andrade muito me marcou, período em que iniciei caminhada como assessor do grande Carlos Jung, em sua coluna no jornal O Estado do Paraná. Notícias, “furos”, muitos deles passados pelo próprio “seu” Avelino Vieira, o fundador do banco, me faziam explodir de alegria, me davam moral, com bons pontos junto ao Carlos, que caracteriza-se pela busca do apuro jornalístico, escrevendo com excelência e estilo únicos; não era uma coluna, era um jornal, tal a dimensão que alcançava

Postado dia sábado, 12 de dezembro de 2020.Você pode seguir este post através do link RSS 2.0. Você pode deixar um comentario.

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